Existing capacity for renal replacement therapy and site-specific practices for managing acute kidney injury at centers participating in the BaSICS trial

Rev Bras Ter Intensiva. Jul-Sept 2018;30(3):264-285. doi: 10.5935/0103-507X.20180058.
[Article in Portuguese, English]

Abstract

Objective: To investigate the existing capacity for renal replacement therapy and site-specific practices for managing acute kidney injury at centers participating in the BaSICS trial.

Methods: A questionnaire was provided to the chairs of 61 intensive care units enrolled in a randomized clinical trial in Brazil. A total of 124 physicians completed the questionnaire.

Results: Approximately 15% of the patients admitted to the analyzed intensive care units received renal replacement therapy at the time of data collection. At least one renal replacement method was available in all of the analyzed units. Continuous methods were available more frequently at the private units than at the public units. The time from indication to onset of treatment was longer at the public units than at private units. The main obstacles to treatment initiation at public intensive care units were related to the availability of equipment and personnel, while the main bottleneck at private units was the nephrologist assessment. A considerable proportion of the participants stated that they would change their approach to renal replacement therapy if there were no limitations on the availability of methods in their units.

Conclusion: There was wide variation in the availability of resources for renal replacement therapy and in the management of acute kidney injury in Brazilian intensive care units. This information should be taken into account when planning clinical trials focused on this topic in Brazil.

Objetivo: Avaliar a capacidade instalada de terapêutica substitutiva da função renal e práticas locais na abordagem da lesão renal aguda em centros participantes do estudo BaSICS.

Métodos: Um questionário foi enviado aos coordenadores de 61 unidades de terapia intensiva participantes de um ensaio clínico randomizado brasileiro. Um total de 124 médicos respondeu ao questionário.

Resultados: No momento do questionário, 15% dos pacientes nas unidades de terapia intensiva participantes encontravam-se em terapêutica substitutiva da função renal. Todas as unidades de terapia intensiva dispunham de, pelo menos, um método de terapêutica substitutiva da função renal. Métodos contínuos estavam mais disponíveis em unidades privadas do que nas públicas. O tempo entre indicação do método e início da terapia foi maior em unidades de terapia intensiva públicas do que nas privadas. Os principais obstáculos para início do método em unidades de terapia intensiva públicas incluíam disponibilidade de maquinário e pessoal, enquanto que o principal gargalo em unidades de terapia intensiva privadas foi a avaliação do nefrologista. Parte importante dos médicos avaliados mudaria sua prática de manuseio de terapêutica substitutiva da função renal caso não houvesse limitação de métodos de terapêutica substitutiva da função renal em suas unidades.

Conclusão: Existe ampla variedade na disponibilidade de recursos para terapêutica substitutiva da função renal e nas práticas de manuseio da lesão renal aguda em unidades de terapia intensiva brasileiras. Estas informações devem ser levadas em conta ao planejarem-se ensaios clínicos sobre o assunto no contexto brasileiro.

Publication types

  • Randomized Controlled Trial

MeSH terms

  • Acute Kidney Injury / therapy*
  • Brazil
  • Health Care Surveys
  • Humans
  • Intensive Care Units / organization & administration*
  • Intensive Care Units / statistics & numerical data
  • Renal Replacement Therapy / methods*
  • Renal Replacement Therapy / statistics & numerical data
  • Time Factors