Sociodemographic factors and physical activity domains associated with sedentary behavior in older adults: evidence from a population-based study

Cad Saude Publica. 2026 Jan 9;41(12):e00107925. doi: 10.1590/0102-311XEN107925. eCollection 2026.

Abstract

Sedentary behavior is a growing public health concern due to its association with chronic diseases and functional decline, especially among older adults. This study aimed to assess the prevalence of sedentary behavior among older adults living in São Paulo, Brazil, and to analyze its associations with sociodemographic characteristics and physical activity domains. Data were collected from the Health Survey in São Paulo City (ISA-Capital), with 1,010 individuals aged ≥ 60 years. Sedentary behavior was assessed using the International Physical Activity Questionnaire, considering total sitting time (both leisure and non-leisure) and categorized as ≤ 4h/day or > 4h/day. Sociodemographic variables and physical activity domains were examined using Poisson regression models. Overall, 43.7% of participants reported sedentary behavior of > 4h/day. Multivariate analyses revealed a higher likelihood of sedentary behavior among individuals aged 80 years or older, with an increase ranging from 41% to 58% compared to those aged 60-69 years. Men were 23% more likely to report sedentary behavior than women. Participants with four or more years of education had a 29% to 64% higher likelihood compared to those with up to three years. Individuals who self-identified as Indigenous or others had a 38% to 41% greater likelihood compared to white participants. Engaging in less than 150 min/week of commuting, domestic, and total physical activity was associated with a 41% to 67% increase in sedentary behavior. These results highlight sociodemographic disparities and the influence of specific physical activity domains on sedentary behavior among older adults, reinforcing the need for targeted public health interventions.

O comportamento sedentário é uma preocupação crescente de saúde pública devido à sua associação com doenças crônicas e o declínio funcional, especialmente em idosos. Este estudo teve como objetivo avaliar a prevalência de comportamento sedentário entre idosos residentes em São Paulo, Brasil, bem como analisar sua associação com características sociodemográficas e domínios de atividade física. Os dados foram coletados da Inquérito de Saúde do Município de São Paulo (ISA-Capital), com 1.010 indivíduos com idade ≥ 60 anos. O comportamento sedentário foi avaliado usando o Questionário Internacional de Atividade Física, considerando o tempo total sentado (lazer e não lazer) e categorizado como ≤ 4 ou > 4 horas/dia. As variáveis sociodemográficas e os domínios de atividade física foram examinados usando modelos de regressão de Poisson. No geral, 43,7% relataram comportamento sedentário de > 4 horas/dia. As análises multivariadas revelaram uma maior probabilidade de comportamento sedentário entre indivíduos com 80 anos ou mais, com um aumento variando de 41% a 58% quando comparados com aqueles com idade entre 60-69 anos. Os homens tiveram 23% mais chances a relatar comportamento sedentário do que as mulheres. Os participantes com quatro ou mais anos de escolaridade apresentaram uma probabilidade 29% a 64% maior quando comparados com aqueles com até três anos. Os participantes que se autoidentificaram como indígenas ou outros apresentaram uma probabilidade 38% a 41% maior quando comparados com os participantes brancos. Praticar menos de 150 minutos/semana de deslocamentos, atividades domésticas e atividades físicas totais foi associado a um aumento no comportamento sedentário, variando de 41% a 67%. Esses resultados destacam disparidades sociodemográficas e a influência de domínios específicos de atividade física no comportamento sedentário entre os idosos, reforçando a necessidade de intervenções direcionadas em saúde pública.

El sedentarismo es un problema de salud pública cada vez más preocupante debido a su relación con enfermedades crónicas y deterioro funcional, especialmente en personas mayores. El objetivo de este estudio fue evaluar la prevalencia del sedentarismo entre las personas mayores que viven en São Paulo (Brasil) y analizar su relación con las características sociodemográficas y los espacios de actividad física.Los datos se recopilaron a partir de la Encuesta de Salud en el Municipio de São Paulo (ISA-Capital), con 1.010 personas de ≥ 60 años. El comportamiento sedentario se evaluó mediante el Cuestionario Internacional de Actividad Física, teniendo en cuenta el tiempo total que se pasa sentado (porocioynoporocio) y se clasificó en ≤ 4 o > 4 horas/día. Las variables sociodemográficas y los espacios de actividad física se examinaron utilizando modelos de regresión de Poisson. El 43,7% declaró tener un comportamiento sedentario de más de 4 horas al día. Los análisis multivariantes revelaron una mayor probabilidad de comportamiento sedentario entre las personas de 80 años o más, con un aumento de entre el 41% y el 58% en comparación con las personas de entre 60 y 69 años. Los hombres tenían un 23% más de probabilidades de declarar un comportamiento sedentario que las mujeres; aquellos con cuatro o más años de escolaridad presentaban una probabilidad de sedentarismo entre un 29% y un 64% mayor en comparación con aquellos con hasta tres años. Los individuos que se auto identificaron como indígenas u otros tenían entre un 38% y un 41% más de probabilidades de tener una conducta sedentaria en comparación con los participantes blancos. Realizar menos de 150 minutos semanales de actividad física (en desplazamientos, actividades domésticas y en general) se asoció con un aumento del sedentarismo, que osciló entre el 41% y el 67%. Estos resultados resaltan las disparidades sociodemográficas y la influencia de espacios específicos de actividad física en el sedentarismo entre los adultos mayores, lo quere fuerza la necesidad de intervenciones específicas de salud pública.

MeSH terms

  • Aged
  • Aged, 80 and over
  • Brazil / epidemiology
  • Cross-Sectional Studies
  • Exercise* / physiology
  • Female
  • Health Surveys
  • Humans
  • Male
  • Middle Aged
  • Prevalence
  • Sedentary Behavior*
  • Sex Factors
  • Sociodemographic Factors
  • Socioeconomic Factors
  • Surveys and Questionnaires